Sobre

Porquê trabalhar remotamente? Podíamos falar horas e horas sobre o assunto. E foi exatamente assim que começou a ideia de criar a maior Conferência sobre Trabalho Remoto em Portugal. O Remote Shift é mais do que um evento, é um movimento que tem como claim “Shift to the future”.
A cultura e o mindset de trabalho está a mudar em direção a um maior bem-estar e qualidade de vida para o ser humano e para uma maior rentabilidade e produtividade nas empresas. A tecnologia e o acesso à internet em qualquer parte do mundo veio possibilitar novas dinâmicas de trabalho e equipas remotas que encontraram nesta rotina um estilo de vida com mais flexibilidade e liberdade.

Nos mais recentes estudos sobre Trabalho Remoto a nível mundial, esta mudança leva a uma maior motivação, a mais criatividade, a mais satisfação dos colaboradores. Como consequência, os resultados são maior produtividade e sustentabilidade, mais entrega, mais comprometimento e mais valorização. As áreas rurais que são extensas no nosso Portugal, podem ser repopuladas através do trabalho remoto e até mesmo aumentar a empregabilidade dos profissionais destas zonas, evitando assim a centralização única nas grandes cidades, dando-lhes assim a oportunidade de respirar. Mais. É o que o trabalho remoto traz.

E assim, olhando para o panorama português empresarial e laboral, pretende-se criar as condições ideais e fomentar as bases de conhecimento necessárias para que com rapidez e eficácia comecemos a implementar extensivamente o Trabalho Remoto. Sem preconceitos, sem ideias pré-concebidas, sem incertezas.

Organizadores

Henrique Paranhos

Viciado em criatividade, marketing digital e campanhas impactantes, o Henrique vive para a realidade digital.

Nos últimos 9 anos, desenvolveu campanhas e estratégias para algumas das maiores marcas do mercado: Redbull, Burger King, Leaseplan, Carnext, Paul Hartmann, Opel, Tranquilidade e Adidas.

Orgulhoso fundador da WEbrand Agency, agência totalmente remota, desenvolveu e lançou vários produtos no mercado, é formador de marketing digital em várias escolas nacionais, tem um negócio de petsitting e é o co-fundador do movimento #RemoteShift em Portugal. E promete não ficar por aqui.

Joana Sá

A Joana é uma empreendedora apaixonada pelo Desenvolvimento Pessoal e Bem-estar que inspira diariamente pessoas para criarem a sua marca pessoal e a carreira dos seus sonhos. Trabalhou 6 anos em agências de comunicação com clientes como a Schweppes e o MEO Altice. Hoje em dia, faz mentoria em Desenvolvimento Pessoal e Profissional e gere o XO Digital Studio, um estúdio de Comunicação e Design 100% remoto do qual é co-owner. Também é co-fundadora do Clube Meu Bem, o primeiro Clube de Desenvolvimento Pessoal em Portugal. Agora, com a missão de normalizar o Trabalho Remoto em Portugal, é Co-Fundadora do Remote Shift.

Gonçalo Hall

O Gonçalo Hall é nómada digital e apaixonado pelo trabalho remoto, com todas as possibilidades que este modelo oferece a empresas e particulares. Trabalhou na Remote-how, onde ajudou a normalizar o trabalho remoto em diversos mercados. Mais recentemente lançou o projeto Remote Work Movement, um podcast e serviço de consultoria para empresas que querem trabalhar remotamente.

Depois de um ano no sudeste asiático em países como Bali, Vietnam e Tailândia, o Gonçalo acabou de aterrar em Portugal para a organização do Remote Shift. O seu objetivo é ajudar a promover, implementar e desenvolver o trabalho remoto entre empresas e profissionais portugueses.

Responsabilidade Social e Ambiental

O Remote Shift tem uma componente de Responsabilidade Social e Ambiental que se prende com o bem-estar dos profissionais ativos no mercado de trabalho, bem como a empregabilidade e repovoamento das áreas rurais em Portugal com a descentralização das forças de trabalho dos grandes centros urbanos. O Trabalho Remoto tem vindo a demonstrar impacto positivo na acessibilidade, não só de profissionais com limitações físicas mas também no que toca à emissão de CO2 e à pegada ambiental.